Não se trata apenas de perder combustível. Quando ocorre roubo nas faixas de dutos da Transpetro, o risco com vazamento vai muito além: “Pode contaminar o solo e os lençóis freáticos, prejudicando a água que consumimos. Pode gerar explosões e incêndios, colocando vidas em risco. Além disso, impacta o meio ambiente de forma irreversível”, alerta vídeo produzido pelo Instituto GEA e colocado no ar em janeiro sobre os perigos de quando um duto é violado. Esses danos comprometem a segurança de todo o entorno. Um incêndio causado por vazamento pode atingir casas, escolas e hospitais. A contaminação do solo pode tornar áreas improdutivas, afetando até mesmo a agricultura local.
Por isso, o Projeto Faixa Limpa II, ação socioambiental do GEA realizada em convênio com a Transpetro, adverte que a segurança da comunidade começa pelo próprio morador. Ele é convidado a ligar para o 168 ou a enviar fotos e vídeos pelo WhatsApp (21) 99992-0168 se perceber algo suspeito na faixa de dutos.
Dia do 168
A Transpetro, aliás, promove anualmente, no dia 16 de agosto, uma mobilização com ações simultâneas em diversos Estados brasileiros para conscientizar a população sobre a importância da preservação das faixas por onde passam seus combustíveis em todo o País.
O Dia da Segurança na Faixa de Dutos ficou conhecido como Dia do 168, canal oficial para envio de dúvidas e sugestões ou informação sobre movimentação suspeita nas faixas ou em terrenos próximos. Caso identifique atividades noturnas, cheiro forte de combustível ou presença de carros e pessoas com mangueiras e outros equipamentos, o morador tem o 168 à disposição.
A companhia opera cerca de 8.500 quilômetros de faixas de dutos pelo Brasil, vizinhos de 800 comunidades
